22 de junho de 2014

Item n° 2



Já se sentiu como se você desse tudo de si em algo e não recebesse nada? Aliás não, eu recebi. Recebi ignorância, desprezo, indiferença. Fui vista como uma mandona qualquer, que só quer tudo do seu jeito. E mesmo assim, sou eu que sempre pede desculpas.
Eu só queria o melhor, porque sabia que o melhor estava próximo, que não precisava de muito para alcança-lo, dei o máximo de mim em tudo que estava ao meu alcance, o resultado final foi meu,mas não queria o melhor para mim, era para um todo, para um grupo. Sempre foi. Mas ninguém me entendeu, não parecia ter ninguém ao meu lado, ao passo que quero dar os melhores diamantes, recebo apenas pedras, pedras duras e pesadas. Nunca foi a minha intenção fazer tudo do meu jeito, eu só queria que fosse o melhor jeito possível. Mas as palavras que recebi, os olhares que ganhei, no momento, fingi que não significou nada, mas lá no fundo, doeu, doeu e ainda dói quando me lembro, só eu sei o quanto sofri por cada dia que passou. Não merecia ser tratada como fui, não merecia aquilo. Já disse que odeio ser tratada com indiferença? Bom, acho que sim. De qualquer forma, ninguém pareceu se importar com as pedras que jogaram em mim, com as brigas, as palavras, ninguém se importou em como me senti depois de tudo, apenas me viraram as costas.
 Por: Geisa Bomfim
Beijinhos, Garota do Blog ♥

Item n° 1



Costumava olhar-me no espelho e apaixonar-me por mim mesma, sempre tive orgulho de cada passo dado, em qualquer direção que fosse. A cada dia, eu sempre me admirei, sempre acreditei em mim, mesmo ao tirar 8 quando podia tirar 10 em tal matéria, eu sempre mantive a compostura e a confiança que melhoraria, e eu melhorava, de fato. Nunca me desesperei por não ter conseguido algo, porque sabia que eu era capaz, e conseguiria mais tarde. Meus pais, amigos sempre me admiraram por isso, minha elevadíssima auto estima, por sempre estar bem comigo mesma, confiante que poderia alcançar qualquer coisa. Mas eu a perdi dói admitir, mas eu perdi, perdi o que mais amava em mim, meu alto controle, minha esperança em mim. Desacreditei-me, não sei exatamente como aconteceu, mas milhares de coisinhas me fizeram perder a confiança em mim. E depois disso, já não me acho capaz de conseguir mais nada, já não me acho capaz de superar essa abstinência, sinto-me fraca, pequena, despreparada demais para um mundo que sempre vai tentar me derrubar, sei que se continuar assim, ele sempre vai conseguir. É, eu me perdi em mim.
Por: Geisa Bomfim
Beijinhos, Garota do Blog ♥

Oi Oi Gente!



Hoje visitei o meu blog. Depois de 9 dias sem escrever, sem querer, me afastando e me querendo cada vez mais longe de tudo que pudesse se parecer com o que sentia, com o que sinto. 9 dias é pouco, eu passei bem mais tempo sem escrever, diria que foi quase um mês, e ficaria muito mais, se não fizesse tanta falta. Aquelas postagens do dia 12? Antigas, faz tempo que não encontro as palavras certas, faz tempo que tudo que falo se resume numa única palavra: "Difícil", faz tempo que nada parece certo na minha vida, faz tempo que minha mente explode e grita por dentro.
Pensei em dar um tempo, escrever uma postagem dizendo que não conseguiria escrever o que sinto, que sentir tantas coisas juntas é complicado e que ficaria um tempo sem escrever, mas as palavras sempre foram meu refúgio, embora frisem o que sinto e faça-me sentir pior por vezes, as palavras sempre me deram força, sempre me ajudaram, e não será agora que irei descartá-las.
Pretendo, em pequenos textos, falar sobre esse "tudo" que sinto, cada pequena coisa que acabou comigo, eles estão organizados embaralhadamente, nunca tive uma ordem especifica, por mais que goste de por uma certa ordem nas coisas, deixa como está. Peço desculpas caso se torne apenas um borrão estranho e difícil de entender. Eu não tenho me entendido, fará um pouco de sentido, fará todo o sentido.
Bom, não sabia por onde começar, então criei esse post para desculpar-me da minha ausência nos últimos dias, espero que todos estejam bem, se não estiverem, não estão sozinhos. Bom, até as próximas palavras erradas.
 Por: Geisa Bomfim
Beijinhos, Garota do Blog ♥


All Of The Stars - Ed Sheeran

É apenas mais uma noite
E estou olhando para a lua
Vi uma estrela cadente
E pensei em você
Cantei uma canção de ninar
À beira-mar e soube
Que se você estivesse aqui
Cantaria para você
Você está do outro lado
À medida que o horizonte se divide em dois
Estou a milhas de distância de te ver
Posso ver as estrelas
Da América
Me pergunto, você as vê também?

Então abra os olhos e veja
Como os nossos horizontes se encontram
E todas as luzes vão me guiar
Pela noite
E sei que essas estrelas irão sangrar
Mas os nossos corações sangram
Todas essas estrelas vão nos guiar para casa

Posso ouvir seu coração
Na batida da rádio
Estão tocando 'Chasing Cars'
E pensei em você
De volta ao tempo
Em que se deitava ao meu lado
Olhei e me apaixonei
Então peguei a sua mão
E pelas ruas, eu soube
Tudo me levava de volta à você
Você pode ver as estrelas
De Amsterdã
Você é a canção para a qual o meu coração
Bate

Então abra os olhos e veja
Como os nossos horizontes se encontram
E todas as luzes vão me guiar
Pela noite
E sei que essas estrelas irão sangrar
Mas os nossos corações sangram
Todas essas estrelas vão nos guiar para casa

E, oh, eu sei
E oh, eu sei, oh
Posso ver as estrelas
Da América

12 de junho de 2014

Desamor (...)

Afogo-me, entro em abstinência;
Adeus ao amor eterno da sua adolescência.
Exagerada, minha dor transborda.
Sua ausência, se esquiva em minha mente e atentamente aparece presente da proporção do mar.
Mar que perturba meu sono sereno, me tirou do sonho, que veneno.
Atento, seus olhos param em sí, em mim, em nós.
Mar que não nos deixa a sós.
Furacão da vida não perdoa atoa, água entra, porta fecha, dentro, corpo, resta da mesma pessoa.
Afogo-me, acordar do coma.
Levantar, afogar, transbordar, a ponto de não saber mais respirar.
Foi amargo poder estar, estar por ali, à te amar.
Amargo é te ver sair, amargo é querer insistir.
Amargo é não sumir.
Afogo-me, entro em abstinência;
Adeus ao amor eterno da sua adolescência.

Via - Desamor.